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Esta página foi atualizada em 2026-08-01 e é revisada periodicamente.
=== Uso agudo === Com o uso excessivo ou prolongado, a droga pode causar efeitos indesejáveis, como coceira, taquicardia, alucinações, delírios persecutórios e outros sintomas comparáveis à psicose anfetamínica. Os sintomas de uma overdose podem envolver hipertemia (temperatura corporal demasiadamente alta) e hipertensão (elevação acentuada da pressão arterial), além de arritmia cardíaca e morte súbita Ansiedade, paranoia e agitação psicomotora também podem ocorrer, especialmente quando os efeitos começam a diminuir. Em dosagens altas, foram observados tremores, convulsões e aumento da temperatura corporal. Eventos cardíacos adversos graves, particularmente uma parada cardíaca, são mais frequente em altas doses devido ao efeito da cocaína que bloqueia os canais de sódio. Estes efeitos podem ocorrer ou não após uma única dose baixa, mas são mais prováveis com o uso continuado e em doses altas:
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Uso crônico === O consumo crônico de cocaína causa desequilíbrios nos níveis dos neurotransmissores e efeitos associados à toxicidade crônica da droga. Este aspecto pode fazer com que os receptores desaparecem da superfície celular ou reaparecem nesta, de modo que altera seu perfil de ligação – através do que é chamado de suprarregulação e infrarregulação. No entanto, estudos sugerem que os usuários de cocaína apresentam atividade normal no transportador de dopamina (DAT), de modo que há evidência anedótica de que a cocaína tem propriedades neuroprotetoras para os neurotransmissores de dopamina. Os possíveis efeitos colaterais do uso crônico, quando o efeito da droga cessa, incluem aumento do apetite, dores, insônia ou hipersonia, letargia, agitação ou retardo psicomotor, sonhos lúcidos e coriza. A depressão com ideação suicida também pode se desenvolver em usuários que fazem uso pesado da droga. Ainda, o consumo crônico da cocaína degrada os transportadores vesiculares de monoamina (como o VMAT2), os neurofilamentos e provoca outras alterações morfológicas, o que indica a possibilidade de serem causados danos neurológicos de longo prazo na regulação de dopamina. Todos esses fatores, incluindo os efeitos reforçadores contribuem para o aumento da tolerância à droga, que passa a exigir doses maiores a fim de que os efeitos pretendidos sejam alcançados. A diminuição das quantidades de serotonina e dopamina no cérebro, que costumam se iniciar após o pico de efeito da droga, é uma das causas da disforia e da depressão após o uso.
Fontes: pt.wikipedia.org
A retirada física da cocaína não desencadeia risco de morte e costuma ser menos intensa que a retirada de anfetaminas e benzodiazepinas. Os efeitos colaterais físicos do uso crônico de cocaína em forma de crack incluem hemoptise (sangue expelido por tosse), broncoespasmos, coceira, febre, eosinofilia pulmonar e sistêmica, dor no peito, trauma pulmonar, dor de garganta, asma, voz rouca, dispneia (falta de ar) e sintomas semelhantes à gripe, como coriza e congestão nasal. A cocaína contrai os vasos sanguíneos, dilata as pupilas e aumenta a temperatura corporal, a frequência cardíaca e a pressão arterial. Também pode causar dores de cabeça e complicações gastrointestinais, como dor abdominal e náuseas. Além disso, a cocaína costuma causar ranger de dentes involuntário, sintoma denominado por bruxismo, que pode deteriorar o esmalte dos dentes e causar gengivite. Além disso, estimulantes como cocaína, metanfetamina e até mesmo cafeína causam desidratação e boca seca. Como a saliva é um mecanismo importante na manutenção do nível do pH oral, usuários crônicos de cocaína que não se hidratam adequadamente podem sofrer desmineralização em seus dentes devido à diminuição do pH oral. O uso de cocaína também promove a formação de coágulos sanguíneos. Esse aumento na formação de coágulos sanguíneos é atribuído à ação que a cocaína exerce sobre o ativador do plasminogênio tecidual e a um aumento no número, ativação e agregação das plaquetas.
Fontes: pt.wikipedia.org
O uso crônico por via intranasal (insuflação) degrada a tecido cartilaginoso que separa as narinas (septo nasal), podendo causar seu rompimento completo. Devido à transformação da cocaína por meio do cloridrato de cocaína, um ácido clorídrico diluído é formado no organismo. A cocaína também pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças raras do tecido conjuntivo ou doenças autoimunes, como lúpus, síndrome de Goodpasture, vasculite, glomerulonefrite, síndrome de Stevens-Johnson entre outras patologias. Também pode causar uma grande variedade de doenças renais, incluindo insuficiência renal.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)